sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Leques em croché

Este naperon tem uma história muito longa. Comecei a fazê-lo há catorze anos atrás, quando estava grávida do meu filho mais velho. Devido ao meu "estado", foi necessário interromper este trabalho, porque era urgente pensar no enxoval do rebento (deste, mostrarei mais tarde algumas pecinhas). Agora, todo o tempo era pouco, e o naperon ficou na gaveta . Algum tempo depois, retomei o trabalho e conclui a parte de renda. Dois anos mais tarde, mandei fazer a aplicação do linho a uma costureira. Já estava pronto para ser utilizado, mas, três anos depois, resolvi bordar-lhe um lindo ramo, em ponto cheio, pé de flor e Richelieu. Esperem para ver numa próxima oportunidade, logo que o meu fotógrafo se decida a fotografá-lo.

5 comentários:

Li Malheiro disse...

Olá.
As, boas, histórias são assim... quem faz um ponto faz um cento se lhe derem tempo... o tempo chegou agora que venha o fotógrafo para vermos o tal raminho.
Nós esperamos.

Li Malheiro

Anónimo disse...

PARABÉNS PELO SEU BLOG. ONDE É PROF? ENSINA AS FRIOLEIRAS?
É QUE EU, GOSTARIA MTº DE APRENDER A FAZER AS FRIOLEIRAS.
BJS

ANA


ANAILDEFONSO@HOTMAIL.COM

Ponto+ disse...

Obrigado Li, pela visita e pelo provérbio, não o conhecia. O raminho ainda vai demorar porque o naperon está para as bandas da fronteira.
Ana, eu sou professora mas só ensino a ler,a escrever... Estas coisas que vos mostro, só são para os poucos tempos livres e para aliviar o meu dia-a-dia.
Trabalho no concelho de Vila Flor. Se por acaso estiver por perto, posso mostrar-lhe como se faz a frioleira.
BJS
Eulália

Anónimo disse...

Eulália

que pena não estar ai mais perto. moro em oliveirinha - aveiro. tenho um filhote, tbm prof no Funchal há já 5 anos.
por acaso não esteve em Angola?
bjs.

Ana

Ponto+ disse...

Olá Ana
Parabéns e muita sorte para o seu filhote. Eu também já estive nos Açores. Adorei.
Em Angola, nunca estive.
BJS
Eulália